quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Protesto é realizado contra PL 5.069 / 13 proposta por Eduardo Cunha em Criciúma

07 de novembro 2015

 

  Um protesto que tem mobilizado muitas mulheres de todo o país foi também organizado e realizado em Criciúma neste sábado. Aproximadamente 30 pessoas estiveram na Praça Nereu Ramos manifestando-se contra o projeto de lei PL 5069/2013, proposta pelo presidente da Câmara de Deputados, Eduardo Cunha. Originário do ano de 2013, propõe novas burocracias para o aborto em casos de estupro e ainda punições a quem presta auxílio à gestante neste caso. Além disso, caso aprovado, proibiria a venda da pílula do dia seguinte.




“Ele retrocede a questão dos direitos reprodutivos da mulher. Entendemos que a mulher fica totalmente penalizada em um caso de violência sexual, enquanto o estuprador não”, afirma a estudante de direito e membro do Diretório Central de Estudantes da Unesc (DCE), Emanuela Gava Caciatori.  De acordo com a estudante, o projeto estaria sendo novamente debatido devido questões políticas.
“Uma das coisas que mudaria, é que hoje, quando uma mulher é vítima de violência sexual e procura por um hospital, ela é imediatamente atendida e informada sobre seus direitos. Com a mudança, ela precisaria passar por exame de corpo de delito e fazer um boletim de ocorrência antes de receber qualquer informação. Temos a expectativa que o projeto não seja aprovado”, afirma.








Participaram do movimento o Diretório Central de Estudantes da Universidade do Extremo Sul Catarinense (DCE), o Coletivo Antonieta de Bairros, a ONG Movimento Mulher e a União Brasileira de Mulheres. Ontem, um ato contrário a PL também foi realizado na capital, Florianópolis.

Reprodução Clica Tribuna


Desfile 7 de setembro de 2015 junto com as mulheres negras.



Ação CONTRA PL 5.069 / 13 - Luta pela vida das mulheres

05 de novembro de 2015

No dia 07/11, Sábado, aconteceram no Brasil inteiro sucessivas  manifestações contra aprovação do PL 5.069/13 de autoria do deputado Eduardo Cunha PMDB RJ, que restringe o atendimento pelo SUS, proíbe a pílula do dia seguinte e dificulta o aborto legal em casos de estupro.